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Sobrevivente conta como tudo se passou e DIVULGA algo muito estranho

Sobrevivente acusa GNR de os arrastar para a morte

Foi na "estrada da morte que morreram 47 pessoas carbonizadas. Ao todo, pelo balanço oficial provisório das autoridades, estavam segunda-feira à noite contabilizados 64 mortos e 135 feridos.

Homem aponta o dedo à GNR por ter desviado carros para a EN236, onde morreram 47 pessoas.

Armindo Graça um sobrevivente fez duras acusações à GNR "arrastaram-nos para a morte. Deixaram-nos ir", "Aquilo era um inferno. Seria muito difícil sobreviver naquela estrada", diz Armindo.

Em Pobrais, uma das duas aldeias mais massacradas, chora-se na tragédia. "Este cão anda por aqui. Era dos meus vizinhos, quatro pessoas que ficaram encurraladas nas chamas", conta Manuel Cunha. "Eu fecho os olhos e só vejo aquela mãe com os filhos nos braços. Estavam a arder", diz Armindo. "Não precisamos de governantes agora. Precisávamos antes que estivessem perto de nós, que a GNR tivesse cortado as estradas, que a população tivesse sido ajudada a tempo", diz.

Neste momento Pobrais faz jus ao nome. Pobre, triste, desolada. Com cheiro a morte. O ar é pesado, a névoa de fumo corta a respiração. Pobrais perdeu 11 dos 30 moradores.

Fonte: http://www.cmjornal.pt
Crédito da foto: http://www.cmjornal.pt

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